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O cliente marcou entrevista, e agora?

Depois de muito penar, ouvir uma, duas, três, dez (até perdi a conta de quantas) indicações furadas, você finalmente conseguiu uma indicação de um bom cliente. Bom mesmo! Muito bom! Excelente! E agora? "Bem que ele podia não ser tão bom... daí eu ia de qualquer jeito, falava qualquer coisa e pronto! Se perdesse.. nem bom cliente era!" Negativo! Todo mundo precisa de bons clientes. Então, ao trabalho.

Você é um agricultor!

Você é desenvolvedor, designer, webmaster, ou qualquer denominação cheirando a antigo também serve. Não. Na verdade você é um agricultor! Ou pelo menos, deveria ser. Não, não bebi ainda hoje, e vou explicar tudo.

Deixa ki eu fasso!

A internet, e-mails, os Icq e MSN da vida trouxeram uma nova linguagem para o dia a dia, principalmente para os aficcionados. Já se permite escrever de qualquer jeito e, acho até, que é meio de mau tom corrigir as pessoas no msn. Mas o quanto essa linguagem, essa informalidade, pode sair da telinha e ir para o dia a dia?

Planeje muito, não desista nunca!

A vontade era de tirar as botas. Mas, olhei em volta e achei que os demais ocupantes do bar não iam gostar nem um pouco. Estava calor e fazia mais de 12 horas que meus pés as ocupavam.

Não iam gostar mesmo. Me apressei então a pedir uma cerveja. Estava finalmente concluído, depois de 10 anos, o meu roteiro. Em 1994 me debrucei em um mapa e tracei meus objetivos: uma viagem pelo pantanal, de motocicleta, passando, obrigatoriamente, por uma série de lugares.

Ouro pela metade do preço, quem vai comprar?

Costumo sempre falar aos clientes do dia-a-dia: sem propaganda sua empresa não existe. E me coloco a falar da situação hipotética, muito hipótetica, de algum desvairado herdar 100 toneladas de ouro da família. Por A ou B, ele não quer nada desse ouro, quer desfazer-se o mais rapidamente possível de todo ele. Eis que, cada quilo vale (sempre no terreno da ficção) mil reais. Mas, como quer vender o mais rapidamente possível, vai vender por 100 reais. Como fazê-lo?

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